quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Na banheira e Cleópatra

Deixei o Richard Burton na banheira de Cleópatra
Aquela boca de pecado subverteu a Liz
Agora rolam por aí
Na fabriqueta de nuvens
Enquanto isto brinquemos
Tu és Antônio
Em cujos braços Roma descansa
D’ eterno tédio

2 comentários:

Dolce Vita disse...

Como eu gosto de teus poemas!

Caca disse...

Oi, Tânia! que alegria descobri-la aqui (alíás, foi num outro blog que muito aprecio (do Andre, - Outonos). Achei de uma só vez, você e a Lázara, duas mulheres cujas almas transpiram poesia e exalam seus deliciosos aromas de canções em forma de palavras. Abraço muito grande, minha querida. paz e bem.